Francklin Roozewelt
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A Vida (para reflexão)
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A seguir você vai acompanhar um artigo no qual procurei fugir um pouco da rotina das críticas do sistema público/político brasileiro. O texto abaixo procura analisar a vida no âmbito individual, para que cada pessoa analise a si mesmo e que isso possa refletir na sociedade.
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A vida. O que é a vida? Qual o seu sentido?
A vida. Como ela deve ser vivida. Porque não podemos determiná-la? Porque sempre temos que decidir ou amoldá-la em função dos outros ou a determinamos porque os outros assim a querem?
Em que momentos viveremos as nossas vidas sem que nos arrependamos de não termos que preenchermos os requisitos que a “sociedade” de consumo ou a “sociedade” fútil tenta nos impor.
A roupa sempre a de marca, mesmo que não gostemos de usá-la. Os sapatos têm que está na última moda e os mais caros. E o mais recente, o celular que deveria ser um bem para facilitar a comunicação, acabou se transformando em produto de ostentação, e se não nos enquadrarmos nestes padrões seremos excluídos do rol dos bens “sucedidos”.
Será que é esta a vida que queremos?
Será que estes paradigmas impostos, muitos deles com evidências claras de idiotia, sejam pela sociedade de consumo ou pelos dogmas religiosos e seus “preconceitos” representam a nossa necessidade de viver? Porque não podemos demonstrar ao nosso “semelhante”, que tal ele, também somos gentes, que raciocinamos, e temos a mesma capacidade de decisão?
É esta a nossa, a sua vida?
Haverá momentos, não sei em que momento, que teremos que decidir por nossa vida. Que caminho tomar, que vereda seguirei? Neste momento alguns valores pessoais pesarão, outros talvez.
Esta será a maior das interrogações e talvez uma das maiores virtudes.
Estarei preparado para romper este paradigma? Que se não for estrela deste circo e desta “sociedade de consumo” serei um derrotado? Até onde a minha competência e a minha honestidade serão colocadas à prova diante desta mesma sociedade hipócrita e desonesta, que se utiliza dos brasões para corromper e serem corrompidas, esperando o momento exato de mostrarem as suas garras.
Será esta realmente a vida?
Os bem sucedidos vivem o momento em que se encontram bem sucedidos. Os mal – sucedidos aproveitam os poucos momentos da vida para não vivê-las e sim para atrasá-las ainda mais. Mas estes são minorias. E a maioria o que fazem dela?
Talvez como toda maioria trabalhe, se dediquem, sejam profissionais honestos e corretos, porém, o que ganham com isto? Pergunto-me. Uma placa de honesto? Nunca. E aí. Levou o que? Os desonestos são homenageados, recebem placas honoríficas por serviços que nunca prestaram e mais, conseguem ter dinheiro, normalmente de origem quase sempre fruto da corrupção e do desvio dos recursos públicos. Mas, não é isto que a nossa “sociedade de consumo” e em que vivemos gosta de reverenciar? Você já viu alguém sem laureado por ser honesto, cumpridor de seus deveres e agir corretamente?
Então isto é a vida ou é a vida que vemos e vivemos? Que oportunidade teremos ou queremos?
Baseie-se pelos últimos acontecimentos e o que vem ocorrendo com aqueles que vivem no país mais rico do mundo e que, diante de sua imponência e arrogância impondo aos demais o seu poderio e que, ao sinal da primeira crise, viu o seu castelo de ouro transformar-se em areia e todo o seu orgulho ruir, ao ponto de pedir socorro àqueles que ontem humilhavam.
Portanto, não se deixe levar apenas e unicamente pelos ditames da sociedade de consumo” ou pelos dogmas religiosos, pois estes diante da primeira dificuldade, serão os primeiros a lhes virar as costas, principalmente quando os tropeços ferir os seus interesses.
Não seja mais um neste oceano de futilidades. Procure fazer diferente, tente e ouse, ouse sempre e não tenha medo do fracasso, pois será este o grande diferencial que o fará reconhecido e respeitado.
Esta sim é que deve ser a vida. Deve ser a sua, a minha a nossa vida.
