Francklin Roozewelt

REVISTA ÚNICA
Editorial
Cadernos
Capa
Entrevista
Cidade

Educação

Pop Up!
Século XXI
Opinião
Links
Blog do Velame
UEFS
Tribuna Feirense
A Tarde
Colunistas

- Adson Sá

- Ederval Fernandes
- Mariana Figuerêdo
- Francklin Roozewelt
- Rachel Pinto
Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar

O futuro que nos espera

O Governo da Bahia e nossas lamúrias

Em 2006 a população baiana saldou com alegria e esperança de novos tempos com a derrota do grupo político que comandava os destinos da Bahia, desde a década de 70, grupo este que só trouxe para o Estado o atraso e a arrogância, nada desenvolvendo em políticas públicas que visasse a melhoria das condições de vida da sua população, exceto oferecer benesses àqueles do grupo que se encontrava encastelado no Poder, comandados pelas mãos de ferro do então coronel político ACM, cujo sucessor que ainda não mostrou as suas garras, mas tudo deixa a transparecer ser o ex-governador Paulo Souto, adepto da filosofia de que política se faz com o chicote nas mãos, pois esta foi a sua prática durante os dois governos que exerceu.

Devemos reconhecer que a Bahia hoje respira novos ares políticos. Pelo menos respiramos democracia, o diálogo e o respeito ao contraditório, sem que aqueles, mesmo por pensarem diferentes, sejam alvos de perseguição ou exclusão das políticas públicas.

A ascensão de Jaques Wagner ao governo não resta dúvida que trouxe a esperança. Porém, como nada é perfeição, esta esperança, que passados 02 anos de governo, começa a trazer a decepção movidos pelo fato de que até o momento não disse para que veio.

Relembremos o seu discurso. Apresentava um plano de governo, o qual nos palanques garantia que seria cumprido à risca, acabando com a velha prática de ilusionismo. Bradava que a moralidade seria a tônica do seu governo e que não haveria nomeações sem necessidade, pois seria uma regra de seu plano de trabalho. Promessas foram feitas e afirmava com grande convicção que a Bahia estava doente e cheia de corruptos, porém que iria curá-la.

A Bahia clama por saúde, educação, empregos, melhor salários para os seus servidores e principalmente providências para a violência que já tomou conta de todo Estado.

Mas, estas ações não têm sido priorizadas por este Governo como se não fossem importantes e fundamentais. Demonstra a equipe que administra o Estado outros interesses e que só irá pensar nelas em épocas importantíssimas para continuar no poder à custa do povo sofrido, quando novas e velhas promessas serão cantadas e repetidas, utilizando-se da surrada técnica de que promessas feitas e não cumpridas são esquecidas.

Às vezes me pergunto, será que esses políticos de carreira amam mesmo a Bahia e nosso povo, que confiando nas promessas os colocam no poder?

Porém, o pior me parece está por vir. Dentro do cenário até agora apresentado, a nossa população ficará entre a cruz e a espada na hora de votar, uma vez que as opções oferecidas os deixarão sem muito espaço para manobra. Por quem optar? Continuar com o modelo atual, que transformou a esperança e os sonhos em pesadelo? Voltar ao passado, com o retorno da lei do chicote, do arbítrio e do achincalhamento ao seu povo e aos seus servidores? Ou tentar o novo? E quem será este novo? O candidato do PMDB? O Ministro Gedel, também conhecido como aprendiz de coronel político? Ou será que surgirá algum Robin Hood tupiniquim que devolva a esperança para a população baiana?

Espero que seja dada uma oportunidade ao nosso povo e que este possa corretamente acertar, pois a esperança é a última que morre.

Postado em 12/06/2009

Acesse o blog de Francklin:

www.palavradesa.blogspot.com

 

Outros artigos:

E Agora, Prefeito?

Quem deve cuidar da nossa saúde?

A Saúde Pública é saudável

Assistencialismo ou Clientelismo? A escolha é sua

Moralidade no Serviço Público: o caso da UTI Móvel

A Crise é de Todos

Pela Educação Pública

A Vida (para reflexão)

Educação pública – um desafio

(In) Segurança Pública

Longe do paraíso neo-liberal

 

 

 

 

fsar05@yahoo.com.br