Aquele pãozinho provenço básico, que não pode faltar, quentinho na padaria, se não fosse de trigo nosso verde e amarelo plantado por nossos bravos lavradores, sairia muito mais barato.
Dois terços do trigo brasileiro é de má qualidade. O governo paga parte do plantio, paga parte do transporte, garante um preço mínimo pagando uma compensação, o tal subsidio, que na última safra foi de 486 milhões.
Lá fora é trigo encalhado de montão, 25% mais barato que o nosso.
É o verdadeiro pão que o diabo amassou.
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Deu na Imprensa: Presidente Lulla deixa de fumar.
Agora só falta parar de beber.
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Jogos Pan-Americanos, Rio, 2007.
A prefeitura gastou 100 milhões para fazer um velódromo e um parque aquático.
Acabou o Pan.
A prefeitura gastava 5 milhões anuais no troço abandonado.
Deu para o COI.
Este gasta 300 mil por mês nesta massa falida do Pan. Mesmo assim vai gastar mais 24,4 milhões neste elefante branco.
A Copa vem aí.
Depois as Olimpíadas.
Quem viver, verá.
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Um hospital para cancerosos tem um aparelho para quimioterapia, mas parado.
Foi aí que a intrépida repórter global inquiriu o doutor da bagunça. Ele para informar que o tal aparelho iria funcionar em breve, olhou bem no meio da câmera da verdade e soltou a pérola:
- “Esta logística está sendo implementada para atender a demanda”.
Uma mãe perde nove meses para parir uma coisa dessa...
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Volta às aulas, e a The Globe atacou no jornal do meio-dia uma reportagem enfocando que as crianças carregam peso em excesso nas mochilas escolares.
Tinha um médico de plantão para meter o pau nas mochilas. A repórter perguntava tudo ao clínico de plantão.
Um guri, entrevistado, disse que para ficar na moda carregava o artefato aleijatório com as duas alças em um só ombro. Foi aí que a jornalista botou para escanteio o médico e resolveu dar o seu diagnóstico:
- “Mas aí a mochila pesa mais”...
Ela deve acreditar também que um quilo de chumbo pesa mais que um quilo de algodão.
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Os aposentados devem 22 bilhões aos bancos.
É o tal desconto consignado em folha.
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Como a professora ensinou no ginásio, o nosso problema de distribuição de energia não está nas usinas hidrelétricas ou outras, e sim na carência de redes de alta tensão trazendo a energia até o consumidor. A rede elétrica custa muito, muitíssimo mais dólares que fazer usina. Mas os aspones de plantão enrolam quem é trouxa. O homem do desgoverno diz: “não, não há perigo de apagão. (Desligamento automático em caso de sobrecarga na rede. Raio é conversa fiada), as represas estão cheias pelas chuvas”.
E o território vazio de redes de alta tensão.
Foi aí, exatamente aí que a repórter bonitinha virou para um “expert” convidado – um tal de Pingueli – e perguntou “a ele” se havia perigo de apagão.
Ele respondeu:
- “É impossível, probabilisticamente”.
Postado em 05/02/2010